quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

10 melhores filmes que eu vi em 2009

10 melhores filmes que eu vi em 2009

Primeiramente, não gosto de listas dos melhores. Acho que na maioria das vezes, ela reflete mais um ponto de vista do que necessariamente algo fechado e definido sem chances a opiniões contrárias. Existem inúmeros e incontáveis filmes lançados em 2009 que nem sequer nós saibamos que existem. Mas enfim, vou postar aqui 10 filmes que assisti em 2009 e que de uma maneira ou de outra, me deixaram digamos, contente e que recomendo. Afinal de contas, esse blog é meu e por assim dizer, exprime os meus pontos de vista. Mas fiquem a vontade para discordar ou concordar com os referidos filmes que seguem abaixo.

1- Valsa com Bashir: Um filme autobiográfico foi dirigido e escrito por um cineasta israelense que procura através do filme, reviver os momentos em que fazia parte do exército israelense na Guerra do Líbano em meados da década de 80. Assim como o genial “Persepólis”, “Valsa com Bashir” é feito quase todo em animação (com exceção do final) e retrata de forma genial um conflito que poucos conhecem ou estudam, mas que tem um valor importante para entender as relações no Oriente Médio.

2- “A Onda”: Uma refilmagem de um filme do fim da década de 60, mas que foi espacialmente transferido dos Estados unidos para a Alemanha atual. Baseado em fatos reais “A Onda” é um filme que discute a Autocracia e como ela está mais próxima do que a gente imagina. Um grande filme para se refletir sobre a sociedade atual e principalmente, sobre as ideologias.

3- “O lutador”: Um filme que exprime de forma genial, mas não menos triste, a vida de um ex-lutador dos anos 80, que vive a margem do ringe, que não pode mais freqüentar o mesmo, além de suas frustrações pessoais. Um genial estudo de personagens que é liderado pelo genial Mickey Rourke, que nos mostra que assim como Robert Downey Junior, voltou das cinzas. Maravilhoso.

4-“Distrito 9”: Um filme ousado que mostra como o racismo é algo que vai além da religião, cor de pele, opção sexual ou cultural. Usa como alegoria uma raça alienígena que desembarca na África do Sul e a partir daí, estabelece uma ótima metáfora com a sociedade humana.

5- “O Leitor”: Um típico filme que tem como cenário, a Alemanha Ocidental pós Segunda Guerra Mundial. Mostra a relação de culpa e hipocrisia vivida pelos alemães para com os julgados por crimes de guerra no país pós-nazista. Um filme que vale créditos principalmente por discutir sob vários ângulos, essa sociedade que ao mesmo tempo, apoiou a subida nazista ao poder e agora julga os seus executores de forma bem cruel. Lindo filme.

6- “A partida”: Um belíssimo filme japonês, que venceu o Oscar de filme estrangeiro em 2008 e que retrata de maneira linda, uma profissão pouco valorizada, mas de grande importância para os nipônicos. Com exceção do final, que é um pouco dramático demais, o filme tem de ser visto.

7- “Bastardos Inglórios”: Um filme que tinha tudo para ser clássico, mas por causa do excesso de virtuosismo de Tarantino, que consegue fazer do mesmo no máximo, uma espécie de filme sobre filmes. Mas, recomendo, pois é um dos grandes de 2009.

8- “Deixa Ela Entrar”: Mais um filme sobre vampiros, mas que conduz de forma muito mais interessante a relação destes seres com a sociedade. É um filme que o “Crepúsculo” poderia ter sido e não foi. Destaque para a cena do massacre na piscina.

9- “Entre os Muros da Escola”: Vencedor da Palma de Ouro de Cannes, este filme se destaca não por retratar uma relação entre alunos e professores na periferia de Paris, mas sim por ser um estudo psicológico sobre a Globalização e seus efeitos em um país como a França e que tem por cenário, uma escola.

10- “Tinha que ser Você”: Lindo filme com grandes atuações de Emma Thompson e Dustin Hoffman sobre como nós às vezes, não valorizamos os grandes momentos e que é possível amar, não importando a idade. aliás, o filme faz questão de retratar como Londres é uma cidade maravilhosa!!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Algumas coisas que me intrigam

1- Por que alguns sites e revistas já estão fazendo listas sobre os melhores da década se a mesma só termina em 31 de dezembro de 2010? Burrice ou precipitação?

2- Por que as mulheres pintam as bochechas de vermelho deixando-as com a aparência de Palhaços? E o pior, por que será que as mesmas não sentem vergonha de sair de casa assim?

3- Por que os pastores das Igrejas Evangélicas berram ao falar ao microfone, sendo que o mesmo serve para amplificar a voz? Deus sofre algum problema de audição? E se a resposta for sim, porque ele não se cura deste?

4- Por que as mulheres adoram usar calças de ginástica para fazer atividades que não estão ligadas à ginástica? Será que elas não sabem que ficam ridículas usando essas vestimentas em shoppings, feiras e eventos não esportivos?

5- Por que certas “pessoas” adoram ouvir músicas dentro dos ônibus sem fone? Necessidade de ser notada, má educação ou ambas?

6- Por que está na moda andar com uma bijuteria amarrada no pescoço e descendo até o umbigo? Algum “personal estilist” poderia saciar a minha curiosidade?

7- Por que toda vez que um pastor fala algo nos cultos, as pessoas devem retrucar com a palavra “aleluia”?

8- O que leva uma pessoa masculina a fazer “luzes no cabelo”? Impotência sexual ou vontade de “se dar” ao mundo?


Se alguém souber algo sobre as indagações expostas anteriormente, por favor me comunique, pois não consigo mais viver sem essas dúvidas!!!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A paz move a guerra?

Primeiramente, vamos responder a pergunta do título. Sim e temos um paradoxo.
Ao receber o prêmio Nobel da Paz, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama discursou sobre a importância das Guerras do Iraque e Afeganistão para a “democracia” mundial. Muitos “jornalistas” viram esse discurso como um absurdo, mas na verdade é um paradoxo. Como assim? Alguns se indagaram. Uma pessoa recebe um Nobel da Paz e fala sobre a importância das guerras. Muitos dirão! Que absurdo!!!

Mas não é. O absurdo é ele vencer esse “prêmio” e não o que ele disse.

Desde a Guerra de Secessão, os Estados Unidos são movidos pela indústria da guerra. Dos 300 milhões de estadunidenses, em torno de 50 milhões estão envolvidos de forma direta ou indireta com essa indústria. È o que mais gera empregos seja na indústria bélica, aeroespacial, de serviços e etc, para o bem e para o mal. Sim, a guerra é benéfica e maléfica ao mesmo tempo.

Ela é paradoxal, pois se estamos hoje usando a internet, o Google Earth, Celulares e outras tecnologias é graças a Marte, o deus da guerra romana.

Sim eu sei, Marte nos causa destruição, mortes, ódio, nos reduz ao mais primitivo estado de desgraça, mas sem Guerras, talvez estivéssemos em um estado bem pior do que estamos hoje.

O que acontece é que a grande maioria das pessoas não vê (ou finge não querer ver) que as relações sejam elas sociais, políticas, econômicas e etc, são muito mais complexas do que nos mostram.

Obama por mais competente que seja, representa um dos Três poderes de uma República e não tem poder suficiente para mudar algo que há séculos faz de seu país o que ele é hoje.

Para acabar com guerras, Obama deveria deslocar recursos e pessoas para outros setores para que não ocorra, por exemplo, desemprego. E será que mesmo assim, ele conseguiria redirecionar o setor bélico que mais utiliza tecnologia e ao mesmo tempo, a gera para todo o mundo para outro fim? Impossível.

A reforma da Saúde é um meio que poderia ocupar uma grande parte da população estadunidense e geraria tecnologia, mas não suficiente para expulsar Marte da mentalidade econômica de sua nação.

Se há algo de errado nisso tudo talvez seja o próprio regime político ou até mesmo a mentalidade humana. Se Obama governasse em um regime ditatorial, talvez pudesse fazer aquilo que, acredito eu, ele gostaria de fazer para criar um mundo melhor, mas isso é impossível em uma democracia. Olha o paradoxo novamente!!! Como disse sabiamente Napoleão

“A democracia não nos proporciona um governo que queremos, mas um governo que merecemos”.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O humor do Atleticano

http://fabriciocarpinejar.blogger.com.br/

Leiam a crônica "o humor do fodido" do genial Carpinejar. Principalmente se você for atleticano

Brasileirão: o melhor campeonato de futebol da história!!!

Podem procurar na internet ou buscar na memória, mas não encontrarão um campeonato mais disputado como este brasileiro. Quatro times brigando pelo título na última rodada e por um momento, três equipes (Flamengo, Inter e São Paulo) estavam empatados com o mesmo número de pontos.
È inegável que os campeonatos europeus têm mais dinheiro, mas sempre sabemos quem são os que irão pelo menos, disputar o título e raramente ocorre uma “zebra”.

Desde 2003, as equipes brasileiras estão se preparando melhor para o formato de pontos corridos e isto se refletiu no campeonato deste ano. Sabemos que a regularidade é a chave para se vencer esse tipo de campeonato e que equipes são mais importantes que times, ou seja, é preciso ter jogadores bons para possíveis problemas com os titulares. Sabemos também que jogadores decisivos são importantes e que de certa forma, trazem experiência para as equipes. Os dois times que mais lideraram o campeonato (Palmeiras e Atlético) não ficaram nem entre os quatro melhores e outras como o Flamengo que liderou apenas por duas rodadas, acabou vencendo.
Sorte do Flamengo ou azar de Atlético e Palmeiras? O Flamengo tinha o melhor elenco por isso venceu? O Cruzeiro tinha confrontos finais “mais fáceis” e por isso conseguiu se classificar para a Libertadores? Nem uma coisa e nem outra. O futebol não é uma ciência exata, que pode ser mensurada ou analisada com métodos científicos.
Em um campeonato de pontos corridos volto a ressaltar, vale a regularidade, mas uma regularidade em todo o campeonato e não só na parte inicial ou final. Todos os vinte times se enfrentam em turno e returno e todos os jogos valem três pontos em caso de vitória. Então, não cabe ao Inter culpar o Grêmio por colocar jogadores reservas para enfrentar o Flamengo e prejudica-lo.

Esse formato é o que premia a melhor equipe? É uma boa pergunta, mas eu diria que é mais democrático no sentido que dá oportunidade de todos se enfrentarem entre si.
Nunca tivemos tantos jogadores de renome em tantas equipes e isto traz qualidade e renome ao campeonato.

Esperemos que o campeonato do ano que vem traga mais disputas e equilíbrio como o deste ano trouxe. E que as equipes mineiras que, aliás, fizeram uma boa participação este ano, apesar dos pesares, possam lutar decisivamente pelo título.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A imprensa "chapa branca"

A imprensa mineira não se pronuncia sobre a abertura de um processo penal contra o
Ex-governador mineiro e atual senador pelo estado, Eduardo Azeredo.
Não se lê uma linha em sites de jornais e revistas mineiros sobre o caso. Por que será?
Para quem não sabe ou tem memória curta, Eduardo Azeredo foi o “pai adotivo” do mensalão, construindo os dutos do “Valerioduto” em 1998, quando estava em campanha para o governo de Minas Gerais.

Infelizmente, a imprensa neste caso a mineira, se estabelece como partidária de um lado e faz com que tenhamos um certo desdém sobre o que lemos e ouvimos em noticiários. Uma vergonha, que acomete infelizmente uma minoria de pessoas que sabe fazer uma análise de certas situações que ocorrem nos nossos dias. São nesses momentos que agradeço pela criação da Internet, que nos permite ter acesso à informação de várias partes e saber fazer a distinção daquilo que é tendencioso do que é o correto.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O que “passa” com a Argentina?

O país de Maradona vem regredindo tanto nos últimos anos que sinceramente, não é de se espantar que venha a pedir falência.
No início do século XIX, chegou a ser um dos dez países mais ricos do mundo e hoje não passa de um vassalo econômico de sua ex (será ex?) metrópole, o reino de Castella e do país deste que vos escreve. Sim, o Brasil exerce um enorme poder econômico no nosso vizinho platino.

Um país, cujo povo o escritor máximo dos mesmos, Jorge Luis Borges chamou de “europeus em exílio”, cada vez mais sofre deste “exílio”. Não avança em tecnologia, apesar de ter uma população com relativa qualidade educacional e vê os seus governantes incompetentes (para não dizer outras coisas) cometerem equívocos tanto políticos como econômicos.
Continua sendo um dos celeiros do mundo, mas produtos agrícolas nunca tiveram uma importância econômica e ocupacional na população argentina que se acotovela nas ruas cada vez mais periféricas de Buenos Aires. Aliás, dos 50 milhões de argentinos, 15 milhões moram na região metropolitana de Buenos Aires, que centraliza a economia do país.

Os argentinos devem sentir saudades do tempo em que à prata que era escoada da Bolívia e Peru pelo rio da Prata, fazia do país uma espécie de alfândega deste mineral, deixando uma quantia relativamente gorda para seus cofres.

A prata está no sangue e no nome do país. Já que Argentina é uma variação do latim Argentum, que significa prata. Infelizmente, esse passado dificilmente retornará para os “europeus exilados”. Se os nossos “irmãos” não tomarem uma atitude corajosa e enérgica em relação ao seu país, o mesmo irá ficar para trás no mercado mundial e pode ser “colonizado” economicamente não só pelo Brasil, mas também pelos seus rivais ocidentais chilenos, que ao contrário da Argentina, vem dando um exemplo de como se comportar em um mercado global.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"se"

Lewis Carrol disse que, “Pobre memória aquela que funciona para trás”. Infelizmente meu caro Carrol, não consigo deixar de viver sem pensar assim. Não para justificar erros ou para contemplar meus acertos, mas para que o meu futuro tenha um certo sentido e principalmente, uma lógica.

Lembro-me de certas situações vivenciadas no passado, que se tivesse a cabeça e a experiência de hoje, teria feito diferente. Mas ao mesmo tempo, se tomei decisões diferentes no passado do que teria tomado hoje, é porque aprendi com as mesmas e assim, pude ganhar sabedoria e experiência.

O “se” é uma palavra que evoca o que não existe. Nos faz avaliar certas situações passadas com o crivo do presente e nos faz sonhar com o que poderia acontecer no futuro.

Por várias vezes eu já pensei: “Se meu pai estivesse vivo minha vida poderia ter sido assim ou assado e tal”. Mas, depois eu me volto ao hipotético “Se meu pai estivesse vivo não teria o meu irmão caçula”.

È verdade. Algumas escolhas por pior ou melhor que sejam, nos fazem pensar que o “se” é uma farsa dos oráculos sem coragem e sem audácia.

Alguns chamam de Sorte, Azar, Destino, Maldição. Eu prefiro Chamar de Deus.
A vontade de ser feliz é inerente a todos, mas nem todos conseguem ou buscam a mesma. Jogar a culpa em alguém ou em si mesmo ou “se eu tivesse feito isso” não nos fazem descobrir ou redescobrir a Felicidade.

“A luz no fim do túnel talvez seja você” evoca Steven Tyler na canção “Amazing”.
Em meu dicionário, vou riscar esse bendito pronome “se” em sua homenagem Carrol, pois você tem razão. Acabo de assumir o meu erro.

“E ‘se’ um dia você quiser fazer Deus rir, conte a ele seus planos sobre o futuro”.
Disse com sabedoria Joe Perry.

domingo, 22 de novembro de 2009

2 anos de namoro

2 anos não são 2 dias!!!
São 730 dias ou  17 mil 520 horas ou 1 milhão 51 mil e duzentos minutos.

representam em um relacionamento, algo que vai além daquilo do que é mensurável.

Carinho, Superação, Aprendizado e principalmente, Amor

Talita, que venham mais 2 mais 4 mais 20 anos. e que cada vez mais, possamos evoluir e principalmente nos apoiar um no outro.

O amor é como caminhar por um desfiladeiro. Pode representar  risco, mas ao mesmo tempo,  nos proporciona a beleza e não há felicidade sem riscos.

O relacionamento é metáfora. Não devemos desperdiçar nosso precioso tempo com o amor, mas fazer com que o amor transforme o nosso tempo em precioso

Beijos e parabéns!!

Venezuela no MERCOSUL?


Terça feira, dia 24 de Novembro, será votado pela comissão do legislativo brasileiro, a adesão da Venezuela ao Mercosul. Depois de aprovado pela comissão, o projeto segue ao Senado e deve ser aprovado sem problemas.
Com isso, A Venezuela irá se juntar ao Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai no Mercado comum do Sul, vulgo, MERCOSUL.

È vantajoso ter a adesão do país de Chavez?
Digamos que temos mais a ganhar do que a perder com a adesão do país das Misses. Por quê?
A Venezuela é um país que importa gêneros agrícolas e industrializados, além disso, é um exportador de Petróleo e pode nos auxiliar com o processo de desenvolvimento da extração do líquido negro do Pré-Sal. Tem uma população relativamente grande (30 milhões de habitantes) e esses argumentos o fazem ser um país de grandes expectativas de vendas de mercadorias e serviços brasileiros.
Por outro lado, tem na presidência, um sujeito além de imbecil, um ser bipolar e hipócrita. Ao mesmo tempo em que se julga contra a Globalização, o Senhor Chavez adere a um Bloco Econômico que é um meio da Globalização, quer maior ambigüidade do que essa? È um país com um alto grau de pobreza e de disputas sociais, em especial na Fronteira com os Bálcãs Sul-americanos (Colômbia).

Um bloco econômico que se preze, não pode deixar de se expandir, senão o mesmo corre o risco de deixar de existir. Se olharmos por esse prisma, a adesão da Venezuela torna o Mercosul um bloco em que os países membros possuem 80% do PIB da América do Sul e sem falar que, coloca a região Norte do Brasil em fronteira direta com o Bloco. Isso pode criar alianças e acordos que podem desenvolver de vez a região, criando oleodutos e estradas de ferro para transportar petróleo e Minérios para os paises membros.

O Brasil, como líder natural e geográfico do MERCOSUL vem seguindo ao pé da Letra o ditado “é preferível ter um vizinho amigo do que um parente distante”.

Se pode dar certo ou não, vai depender da política. Mas a adesão da Venezuela pode colocar um fim em disputas tolas e sem sentido na região. Mais uma vez, a globalização poder ser o antídoto perfeito para os males da Geopolítica. È esperar para ver.

E que venha o Chile!!!

domingo, 15 de novembro de 2009

Jornalistas de merda!!!

É incrível como tem jornalistas ruins neste país. È absurdo!!! No apagão de terça feira, vários jornalistas se transformaram em “especialistas” em Energia Hidráulica e tinha cada comentário digno de choro.

Olhando agora no site do UOL, tem uma noticia que me deixou mais possesso ainda.

Diz o seguinte “Obama desembarca na China para tratar de assuntos comerciais e Tibete
Como assim, discutir o Tibete? Essa cambada de ignorantes que mal sabem o que é o Tibete e qual a importância para a China desta região. O que os Estados Unidos vão querer com o Tibete? Esses budistas de boutique da mídia brasileira defendem algo que eles nem sabem o que é. Jamais Obama terá coragem de cobrar uma posição de independência da China em relação a região.

A ignorância é uma benção que beatifica Diogos Mainardis, Mirians Leitões e Marcelos Tas neste País. Deus os abençoe

fim de ano e algumas reflexões acerca do tema

Final de ano próximo, planos e metas começam a rondar minha cabeça para o ano que vem à seguir.
Talita e eu estamos planejando viajar em Janeiro, mas não sabemos ainda para aonde. Estou precisando descansar um pouco minha mente, estou estafado. E férias não são para ficar em casa, é preciso ir para algum lugar e descansar.
Mestrado eu vou tentar, mas ainda me encontro em dúvida em qual área de pesquisa. Geografia ou Educação? Ou quem sabe História? Ainda não sei.
Terça feira que vem(dia 17) Talita e eu, completaremos dois anos juntos e posso dizer que é uma data para se comemorar. Tem sido uma ótima experiência e evoluímos desde agora. Às vezes eu me pego lembrando nas nossas brigas inúteis e fúteis no início de relacionamento e comparo com o momento atual e chego à conclusão de que, evoluímos em todos os sentidos em nosso relacionamento.

Meu grupo foi convidado a escrever um artigo para a Revista do Departamento de Ciências Humanas da PUC e estou empolgado com essa possibilidade.

Tenho dois livros para terminar de ler até o fim do ano (meta estipulada por mim), que são “Napoleão uma Biografia Política” e “As Vinhas da Ira”.

O primeiro é um exame psicológico e político feito de forma genial de um dos maiores personagens da história mundial. O autor, Steven Englund, traça um perfil do Imperador francês desde o seu nascimento na ilha de Córsega, até os seus últimos dias preso na ilha de Santa Helena. Sempre buscando evidenciar a mudança de ponto de vistas desde a sua juventude até a idade adulta, suas crises e decepções ideológicas e mostrando um homem que vai além do bem e do mal. Paralelamente, podemos assistir a mudança política francesa, que estava em plena efervescência da Revolução Francesa. Genial. Estou ainda longe de terminar o livro, mas creio ser difícil o livro se tornar ruim. Recomendo.

Já “As Vinhas da Ira” do Steinbeck é outro clássico livro. Mostra um país que vive a depressão econômica que reflete em sua população mais pobre, contrastando com a exploração de mão de obra nas fazendas da Califórnia e a decadência humana que floresce dando origem as “Vinhas de Ira”. Falta pouco para terminá-lo e depois, pretendo assistir o filme homônimo baseado no livro, dirigido por John Ford em 1940.

Vamos ver o que me ocorre neste final de ano, que se não foi um ótimo ano para mim, também não foi dos piores. Espero que ano que vem seja um ano de mais possibilidades e principalmente de saúde e dinheiro no bolso. È pedir muito? Vamos ver

terça-feira, 10 de novembro de 2009

os 25 passos para unificação europeia

acessem o link do canal alemão Deutsche Welle sobre os 20 passos desde a Idade Antiga até hoje para a unificação europeia. vale a pena


http://ow.ly/B2kw

A unificação alemã e a questão europeia

Há 20 anos, a Alemanha e posteriormente a Europa, começaram o processo de unificação com fins de desenvolvimento.

Primeiro, veremos o caso germânico. Um país que fora dividido entre as potências vencedoras pós Segunda Guerra entre Leste e Oeste e a cidade de Berlim se tornou o símbolo desta fragmentação, através de seu Muro. Após essas duas décadas, ainda existem diferenças abissais entre ambos os lados. Cidades orientais sofrem com problemas financeiros em relação ao lado ocidental, mas hoje tem como primeira ministra uma cidadã da antiga Alemanha Oriental e vê seu país como a principal
Locomotiva econômica européia.

Já a unificação européia se acelerou com a unificação germânica, isso é fato. Franceses e Britânicos viram a reunificação como uma ameaça a breve paz instaurada pós Segunda Guerra. Mitterrand e Thacher iniciaram o processo de adoção de uma moeda única entre os países membros do bloco europeu, como um mecanismo de deter a voraz capacidade de crescimento dos alemães. Em 1992, assinam o chamado Tratado de Maastrich, que cria o Euro e cada entre nós, foi um golpe genial dos lideres europeus. Com isso, a Alemanha conseguiu uma transição mais branda em relação à reunificação e principalmente em seu apetite econômico que vinha em plena expansão.

A história da nação alemã é falsa e foi forjada pela Prússia para se desenvolver. Ela precisava de “espaço vital” para comprar e vender suas mercadorias e via os ducados germânicos como um obstáculo a seu crescimento. A Prússia foi o primeiro Estado mundial a garantir escola pública para todos em 1763 e tinha como principal rival para a sua expansão a Áustria, outro país germânico que os prussianos acabaram derrotando na chamada Guerra Austro-Prussiana em 1866.

Foi Napoleão que fomentou a criação de um Estado germânico unificado, neste caso, de maneira prejudicial aos franceses que foram humilhados mais de cem anos depois na Chamada Guerra Franco-Prussiana. A palavra Alemanha foi usada como mecanismo de nacionalismo pela Prússia, para que os ducados que se uniram a mesma se sentissem pertencentes a uma “nação”, já que Alemanha é uma homenagem ao povo bárbaro germânico Alamanos.

Por ironia do destino, ontem se comemorou a unificação de uma nação que antes de 1871 não existia e que hoje, graças a benfeitorias sociais, políticas e econômicas não é questionada por ninguém. Hoje em dia a alcunha “europeu” garante uma unidade magnífica, mas, será que a União Européia conseguirá fazer o mesmo e deixar de ser um “clube cristão” e aceitar de vez como membro a Turquia?

domingo, 1 de novembro de 2009

só para não falarem que abandonei esse malfadado blog

A hipocrisia é um vestido certo para a garota errada
É uma carona que nos leva a lugar nenhum
È um casaco de pele em pleno deserto
È um remédio para doenças incuráveis
É um escudo de papel em que imbecis se defendem
De um ataque de lanças de papel crepom

São verdades que acobertam mentiras
São opiniões contrárias contra uma unanimidade
A hipocrisia é casada com o paradoxo
Mas possui um amor não correspondido
Pela ética

Vive difamando seus amigos
E elogiando seus inimigos
Adora ir a praia no inverno
E esquiar em pleno verão

È articulista da Veja e assinante da Carta Capital
Em suma, odeia o Brasil apesar de morar nele.

Viva a hipocrisia e seu novo filho: A imbecilidade

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O Futebol e sua apropriação espacial



Desde a faculdade, tenho pensado em escrever algo sobre a apropriação espacial realizada pelo e através  do futebol. Eu e mais dois amigos sempre discutíamos acerca do futebol, assim como times e torcidas estão impregnados de características nacionalistas, patrióticas e até mesmo, xenófobas.
Certos clubes são extensões de suas nações, às vezes, submetidas a outros Estados. Exemplos clássicos são os times do Barcelona e do Celtic que representam os povos da Catalunha e da Escócia respectivamente, contra os Estados Espanhol e Britânico.
Outros representam grupos de imigrantes em determinados países, como o Cruzeiro, Palmeiras e o Juventus da Moca, que representam à colônia italiana.
Outras equipes representam as minorias sociais, como o Atlético ou as elites como, por exemplo, o Fluminense.
Atualmente com os chamados “clubes empresas”, vemos os times de futebol sendo uma extensão de grandes conglomerados empresariais, como a Juventus, sendo pertencente a FIAT ou a Inter de Milão que pertence a Pirelli.
Sendo o futebol um esporte de massa que atinge  escala mundial, esses times servem de meios nacionalistas para fins de apropriação espacial. Quando o Barcelona vence o Real Madrid, é como se o Povo catalão estivesse mostrando a sua “superioridade étnica” perante a população de Castella e vice e versa. Os times são extensões políticas, econômicas e até mesmo, bélicas de seus torcedores, ou seriam seus cidadãos ou seguidores?
Esse é um tema que daria um grande livro sobre a relação entre nação, espaço e futebol. Vou ver se tenho um tempo a dedicar a esse assunto mais a frente. Vale a Pena estuda-lo.


terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ouvindo Rush e suas metáforas geniais

The Trees

As Árvores



There is unrest in the forest,
Há inquietação na floresta
There is trouble with the trees,
Há problema com as árvores
For the maples want more sunlight
Pois os bordos querem mais luz do sol
And the oaks ignore their pleas.
E os carvalhos ignoram seus argumentos


The trouble with the maples,
O problema com os bordos,
(And they're quite convinced the're right)
(e eles estão totalmente convencidos que estão certos)
They say the oaks are just too lofty
Eles dizem que os carvalhos são muito altos
And they grab up all the light.
E eles capturam toda a luz.
But the oaks can't help their feelings
Mas os carvalhos não podem evitar seus sentimentos
If they like the way they're made.
Se eles gostam do jeito que são feitos.
And they wonder why the maples
E eles se perguntam por que os bordos
Can't be happy in their shade.
Não podem ser felizes em suas sombras.


There is trouble in the forest,
Há problema na floresta,
And the creatures all have fled,
E as criaturas todas fugiram,
As the maples scream `Oppression`
Enquanto os bordos gritam “Opressão”
And the oaks, just shake their heads
E os carvalhos, apenas mexem suas cabeças


So the maples formed a union
Então os bordos formaram um sindicato
And demanded equal rights.
E exigiram direitos iguais.
"The oaks are just too greedy;
“Os carvalhos são muito gananciosos;
We will make them give us light."
Nós os faremos nos dar luz.”
Now there's no more oak oppression,
Agora não há mais opressão dos carvalhos,
For they passed a noble law,
Pois aprovaram uma lei nobre ,
And the trees are all kept equal
E as árvores são mantidas todas iguais













By hatchet, axe, and saw.
Por machadinhos, machados e serrotes.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Bastardos inglórios; Mais do mesmo, mas vale a pena!!

Tarantino é um virtuoso quando o assunto é cinema, desde a época em que trabalhava como atendente de uma locadora. Seus filmes são homenagens e tributos à sétima arte e é possível reconhecer referências à história do mesmo em seus longas. E tudo isso pode ser visto em seu mais recente filme, Bastardos Inglórios. Vingança, cenas não lineares, a divisão do filme em capítulos, violência, bons diálogos e principalmente, a trilha Faroeste Spaghetti do genial Ennio Morriconne.
Mas se Tarantino quer ser visto como um grande diretor, ele terá que criar as suas próprias características ao invés de simplesmente homenagear seus diretores favoritos. Quer dizer então que, Tarantino é um diretor “copiador”? Claro que não, mas o máximo que acontece após assistir seus filmes é que, você vai tentar reconhecer de onde ele tirou inspiração para tal cena e se souber ou conhecer alguém cinéfilo para indicar o filme que ele se inspirou. É muito pouco para que ele seja reconhecido como grande diretor.
Em Bastardos Inglórios, ele faz uma incursão no submundo da Segunda Guerra Mundial, chegando ao ponto de, recriar a História com um final hollywoodiano ao conflito.
Ao final das mais de duas horas e meia de filme, cheguei à conclusão de ter assistido a um ótimo filme, mas que poderia ter sido um filme clássico. Os personagens do filme soam vazios, não por culpa dos atores, mas sim do roteiro de Tarantino que se preocupa com os atos violentos,mas não o que gera tanta violência. As conseqüências são mais importantes que as causas para Tarantino. Os diálogos são sensacionais, mas às vezes soam repetitivos, pois são quase os mesmos dos filmes anteriores. Figuras históricas como Hitler e Goeebbels são retratadas de forma caricatural.
Mas é possível se deleitar com grandes referências ao cinema. De Rastros de Ódio a Poderoso Chefão, Tarantino retrata seus personagens como uma homenagem a filmes clássicos, chegando a incluir o cinema como parte do roteiro do filme, seja um cinema na periferia da capital francesa, até um espião critico de cinema, especialista em expressionismo alemão.
Finalizando, digo que o filme vale a pena ser assistido, principalmente se você gosta de Tarantino, mas se você não gosta do diretor estadunidense, mas gosta do tema, eu também recomendo, devido ao enfoque irreverente e cativante dado ao conteúdo histórico, pois ele faz o que Alexandre Dumas(guardando as devidas proporções) fazia com genialidade. Criar ficção sobre fatos e personagens históricos. Mas se Tarantino quer ser um diretor clássico como seu ídolos, tem que fazer mais do que simplesmente homenagear os mesmos e criar seus próprios clássicos. Inteligência e conhecimento sobre o cinema não lhe faltam.

domingo, 18 de outubro de 2009

Aécio Neves, um Al gore Mineiro?

O nosso digníssimo governador, Aécio Neves que seguir uma nova carreira (olha o duplo sentido!). Quer ser visto como um político “verde”
Assistam a esse vídeo e observem a carreira (de novo) falsa que ele quer seguir.


http://www.youtube.com/watch?v=IN8M91IagNM

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

teoria do Efeito Borboleta

Estava por ai e encontrei essa teoria sobre o penta do Brasil na copa de 2002, baseado na teoria do Caos.

"É o chamado Efeito Borboleta.
Você sabe quem foi o responsável pelo penta-campeonato de futebol do Brasil?
Foi o péssimo meio campista cruzeirense de 2001 chamado Jackson. Ao errar o penalti decisivo nas quartas de final da libertadores de 2001 contra o Palmeiras, o Cruzeiro foi eliminado. Felipão entao tecnico do Cruzeiro aceitou assumir o cargo de tecnico da selecao, ja que o Cruzeiro nao seguiria na Libertadores. Felipao salvou o Brasil nas eliminatórias, formou a família Scolari e foi o responsável primordial em barrar Romário, acreditar em Ronaldo e fazer o Brasil ganhar os 7 jogos. Alguém duvida que Jackson é o responsável pelo penta?!"

Marcelo formiga

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Os jogos Olímpicos são políticos? Sim e daí?

Ultimamente, urubus do contra vem criticando a vitória do Rio de Janeiro para sede das Olimpíadas de 2016. A maioria das aves de rapina diz que, os jogos do Rio são políticos. Mas cá entre nós, os jogos Olímpicos, desde a sua fundação em Atenas no século V a.c foram criados não só, mas também, por motivos políticos.

O objetivo dos jogos era unir as Polis gregas que se encontravam em disputas comerciais na região e ao mesmo tempo, fortalecer os mesmos perante a ameaça eminente dos latinos.

Hitler usou os jogos olímpicos em 1936 para fins políticos. Moscou em 1980 e Los Angeles em 1984 então nem se fala. Perguntem para Barcelona e Sydney, se eles escolheram realizar os jogos por amor ao esporte? É obvio que não. Sediar uma Olimpíada tem fins políticos, econômicos e por fim, mas bem no fim, esportivos. Em 1992, Barcelona ao realizar os jogos Olímpicos, era uma cidade bonita, porém mal aproveitada em seus espaços. Porto desativado, guetos escuros e mal iluminados e não figurava nem entre as 50 cidades mais visitadas do mundo. Após os jogos, a cidade de Barcelona, passou a ser vista por outros olhos. Em 1996, já era umas das 10 cidades mais visitadas da Europa e atualmente, só perde para Paris, não só em relação à Europa, mas em nível mundial. Além disso, foi uma vingança catalã perante a capital do Reino de Castella, Madri que, por conseguinte, está ávida a fazer o mesmo e sediar o evento esportivo.

Com os jogos, o Rio receberá investimentos em transporte, serviços, gerar empregos diretos e indiretos entre outras melhorias. Essas benfeitorias ficam para a população, após os jogos.

Outra opinião recorrente é de que, a corrupção será desenfreada com os jogos. Hipocrisia. A corrupção é um fenômeno mundial, ela acontece no mundo inteiro, só de maneiras diferentes. A Copa de 2006 na Alemanha, houve corrupção e nas Olimpíadas de Pequim, idem. A diferença é que a corrupção é sutil nos países desenvolvidos e escancarada nos pobres. Cabe a nós, torná-la sutil.

Por fim, acredito que os Jogos do Rio são uma vitória. Não dos políticos e nem mesmo do povo, mas creio que temos mais a ganhar em tese com a Olimpíada, do que a perder.

Dêem uma olhada no link abaixo, uma reportagem da subsidiária brasileira do jornal francês Le Monde sobre as Olimpíadas de 2004 em Atenas e o que ela acarreta.

http://diplo.uol.com.br/2004-08,a964

domingo, 11 de outubro de 2009

A causa ambiental e seus excessos.

Atualmente, vivemos uma época em que preservar o meio ambiente é o lema principal. Mesmo que isso signifique prejudicar o ser humano. De acordo com o sociólogo catalão Manuel Castells “o homem antes, usava a natureza para transformá-la em cultura. Hoje o mesmo a usa como a própria cultura”. Teorias catastróficas de fim do mundo estão sendo constantemente alardeadas ao redor do mundo. A política do medo é infindável e ao mesmo tempo, se adapta as todos os tipos de receios humanitários. Antigamente, os romanos temiam as hordas de bárbaros. Os Gregos temiam os persas. Os medievos temiam a peste negra. Os Navegantes ibéricos temiam os monstros marinhos. As religiões cristãs temem o diabo e suas possessões. Os capitalistas temem os comunistas e vice e versa. Os colonos estadunidenses temiam os ameríndios. Os cientistas temiam os raios ultravioletas que chegariam a Terra com o fim da camada de Ozônio, que ao contrário, está se regenerando. Agora essa bendita maldição da “vingança da natureza” contra o mal humano. Que bobagem! Se chover, é culpa do aquecimento global. Se não chove, também é culpa do dito cujo. O ser humano se subestima com teorias dantescas sobre o fim do mundo. Partidos, cujo lema principal é a preservação do meio ambiente se espalham mundo afora. Preocupam-se mais com o meio ambiente do que crianças desnutridas e pais que não tem emprego para sustentar seus filhos. Todo mundo adora preservar o meio ambiente, mas será que alguém está disposto a reduzir o consumo de energia ou o número de aparelhos eletrônicos em suas casas? A hipocrisia é a melhor amiga da política ambiental. Os suecos, que sempre tiveram de tudo, culpam os chineses por só pensam em ter carros e eletrodomésticos que poluem o meio ambiente, que só agora os mesmos têm condições de comprar. Os franceses saem às ruas para protestar contra a destruição da Floresta Amazônica, como se eles não tivessem feito o mesmo nas florestas da África Central no imperialismo no final do século XIX, em busca do “progresso”. Hipocrisia!
È público e notório que devemos conciliar desenvolvimento com menos impactos ambientais, mas cá entre nós, é difícil pacas! È Fácil dizer, vamos preservar a Amazônia, mas e os empregos que serão gerados com a agricultura, pecuária e indústrias ali instaladas?
Há políticos sérios que discutem de maneira moderada esses assuntos e devemos buscar um meio termo para que essa paranóia pare de povoar nossas vidas. Vamos encarar nossos medos e aflições ambientais com coragem e força, para que não viremos reféns dos mesmos, que não nos levará a lugar algum.

Celso Amorim, o maior chanceler brasileiro

Celso Amorim, o ministro de Relações Internacionais é o homem mais prestigiado da política brasileira no mundo. Nestes quase oito anos no cargo, Amorim se mostrou uma genial figura política, na melhor acepção da frase. Se o Brasil é respeitado como um país diplomático atualmente, tudo se deve a ele. Fez com que o presidente Lula se tornasse amigo de Obama, Sarkozy, Zapattero e até mesmo, de Bush. Conseguiu negociar parcerias econômicas, sociais e políticas com todos os grandes países mundiais. Negociou acordos econômicos com o Império do Meio e fez do mesmo, o maior parceiro econômico brasileiro, desbancando os Estados Unidos. Em seu blog, Luís Nassif o classifica como “Henry Kissinger tupiniquim” em referência ao genial Secretário de Estado estadunidense no governo Nixon.

Mas no Brasil, para variar, Amorim não é unanimidade. Existem aqueles urubus do contra (Demétrio Magnolli, Miriam Porcão, Veja e outros invejosos) que, insistem em chamá-lo de diplomata do imperialismo brasileiro, como se o Brasil, automaticamente já não tivesse se transformado no Império do sul da América. È algo sintomático. O Brasil cresceu tanto que, já é o imã da América do Sul e com isso, os investimentos estrangeiros se concentram no Brasil. Já somos a oitava economia mundial e até 2015, seremos a quinta maior economia. São Paulo, o estado tem o PIB maior que toda a economia argentina. Minas Gerais tem o PIB do tamanho do Chile. 80% das empresas multinacionais latino americanas são brasileiras. Campinas e sua região metropolitana são a terceira maior região de fabricação de aeronaves particulares do mundo, só perdem pra Seatlle(sede da Boeing) e Toulosse(Sede da Air Bus). Temos tecnologia de ponta em Combustíveis limpos, fabricação de vacinas, setor publicitário entre outros. Temos ainda, imensos abismos sociais e a educação é deficitária, isso é inegável. Mas avançamos muito e isso também é indubitável.

Celso Amorim, com seu jeito sereno e calmo, galgou espaços no mundo para os brasileiros em todos os níveis. Muito se diz sobre Dilma, Henrique Meirelles, Guido Mantega, mas não podemos nos esquecer deste político genial e exemplar. Com certeza, o maior chanceler brasileiro de todos os tempos.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Pai

Dia 28 de Setembro passado, meu pai completaria 51 anos. Eis abaixo uma pequena homenagem a meu maior ídolo que, coincidentemente é meu pai.


Todos os clichês já escritos e ditos não são suficientes
Todas as frases piegas já ditas não são o bastante
Para expressar em forma de texto, o que sinto por você

Faltam palavras, frases e citações.
Mas sobram sentimentos e principalmente, saudade.

Nós que sentimos a sua falta, somos egoístas por você ter nos deixado aqui.
Mas esquecemos às vezes de agradecer a Deus, por ter colocado você em nossas vidas.
Os 14 anos que convivi com você, se não foram o bastante, foram suficientes para que eu me tornasse uma pessoa que sou hoje.

Não importa a quantidade de horas que passamos com as pessoas, mas sim a qualidade das mesmas.

Se um dia eu te encontrar, eu quero lhe dizer que a espera por este momento valeu a pena.

E se não encontrá-lo, você saberá o que eu queria lhe dizer, basta ler a frase anterior.

O silêncio grita quando amamos as pessoas e as mesmas ouvem esses gritos do silêncio com o coração.

Pai, por que fui nascer em um país em que se fala português? Se tivesse nascido em um outro lugar sem a língua portuguesa, não entenderia o significado da palavra saudade, que só existe neste idioma.

Pai, amor não se mede, se sente e principalmente, deve ser demonstrado. Obrigado por existir. Você mudou. Deixou este mundo para habitar o meu coração, onde não paga aluguel, IPTU, água e luz. Até que você fez um bom negócio. Afinal, lá jamais será despejado!

E antes de ir, não se esqueça de regar o jardim e de abrir as janelas para que o sol ilumine o meu coração sempre.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Estou ficando velho!! E me sinto bem!!

Hoje, percebi que estou envelhecendo, ou melhor, que o tempo está passando de uma maneira um tanto quanto rápida. Seriam sintomas da velhice? Não tenho medo de envelhecer, mas sim de ver a vida envelhecendo. As pessoas sempre enxergam a velhice como um aviso prévio da morte, mas sinceramente a encaro como algo se não normal, pelo menos sintomático da vida.
Ainda me lembro do ano de 1991, eu então na primeira série do ensino fundamental. Levava para a escola de lanche, um guaraná Bhrama com Mirabel. Na saída, comprava um chocolate Surpresa que continha um cartão com informações sobre dinossauros. Corria para casa para assistir “os Trapalhões” que passava na hora do almoço. Eu me lembro de ter assistido o filme “Rei Leão” em 1994, no Cine Brasil em plena Praça Sete e de ter lanchado no Bang Bang Burguer. Depois nós fomos até a Mesbla olhar uns bonecos dos Cavaleiros do Zodíaco que eu e meu irmão queríamos.
Não me acho saudosista, mas às vezes confesso que estou um pouco preso ao passado. Adorei a minha infância. Fiz tudo que eu acho que poderia ter feito. Viveria tudo novamente.
Hoje, me pego pensando como será o meu futuro, os meus sonhos, os meus pesadelos e principalmente minha vida daqui a algumas décadas.
Daqui a três meses completarei 26 anos. E quando olho para trás, percebo que tudo o que vivi, desde as alegrias até mesmo as tristezas, me fizeram mais forte e preparado pelo o que ainda vem a seguir, tanto para o bem como para o mal. A Saudade do meu velho pai é tamanha que não há um dia sequer que não me lembre dele. Mas são lembranças boas, alegres. Hoje me lembrei de algo sobre ele. Eu olhando alguns livros na internet, acabei me deparando com “A Montanha Mágica” do Thomas Mann. Eu devia ter uns 12 anos, meu pai me disse que o mesmo era seu livro favorito e me lembro como se fosse hoje de ter dito que eu jamais iria ler um livro grosso como aquele. E hoje, procurei aqui em casa o exemplar que era dele e não o encontrei. Tem tanto tempo, que deve ter sido jogado fora, que pena!!! Mas vou ver se compro um outro exemplar e vou ler. Engraçado como o tempo, que é acompanhante da vida nos faz desfazer promessas feitas no passado. Neste caso é por um bom motivo.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Existem filmes de arte?

Eu detesto classificações. Qualquer classificação é restritiva e não corresponde a realidade como um todo. Todas as classificações são subjetivas e consequentemente, expressam a opinião de pessoas, mas não necessariamente de todas as pessoas. O senso comum deve ser combatido com todo ardor, pois todas as classificações buscam sintetizar em categorias filmes, discos, artistas e gostos em geral.
Outro dia, conversava com um amigo meu sobre filmes e ele me dizia que eu só gostava de assistir “Filmes de Arte” e que eu estava ficando chato por causa deste meu gosto. Isso me fez pensar nesta classificação “Filmes de Arte”. Existem “Filmes de Arte” ou todos os filmes são uma expressão da Arte, propriamente dita?
Cheguei à conclusão que existem filmes bons e ruins e ponto. È bobagem classificar um filme quanto ao gênero e ao público. Todo cineasta, pelo menos eu penso assim, faz um filme esperando que o mesmo seja visto por um grande número de pessoas. Ninguém faz filme pra ele só. Animações são feitas não só para crianças, mas para todos. Lembro-me de ter assistido Wall E com meu irmão de 6 anos e ter chorado no final. É bobagem essa idéia de “Filmes de Arte”.
È lógico que uma pessoa que vai assistir “Velozes e Furiosos” não vai esperar que o filme tenha um roteiro coeso com diálogos inteligentes e lógicos. Ele quer mais é ver carros “tunados” voando nas pistas.
Ninguém espera que Van Damme vá estrelar Hamlet ou Fausto, seria ridículo.
Um crítico de cinema ou um simples cinéfilo que diz que não gostou de um filme do Chuck Norris, pois ele não tem expressão artística é um imbecil, pois o objetivo do filme não é esse.
O que eu quero dizer é que tem espaço para todos os tipos de filmes e públicos, graças a Deus. E que existem filmes bons e ruins sejam de comédia, terror, drama e etc.

domingo, 13 de setembro de 2009

Filme “A Onda” e as autocracias.




As ditaduras estão longe de serem evitadas? Países com democracias consolidadas e frutíferas estão longe de se tornarem campos da autocracia? São com estas indagações que o filme “A Onda” se sustenta. O roteiro do longa metragem, que é uma refilmagem de um filme homônimo de 1967 e baseado em fatos reais, retrata uma escola de ensino básico alemã, em que um professor leciona um curso que dura uma semana sobre a Autocracia e para deixar as aulas mais lúdicas e participativas, propõe aos alunos que recriem normas fascistas para que os mesmos possam ser capazes de abstrair os fundamentos de uma ditadura dentro da sala de aula. As autocracias se caracterizam como regimes que uniformizam práticas sociais e culturais, as pessoas, ressaltam o nacionalismo extremista entre outros e esses fatores parecem se encaixar perfeitamente aos alunos do referido curso. Temos alunos tímidos, alunos com problemas familiares, filhos de imigrantes entre outros, que normalmente se sentiam isolados e sem amigos, acabam se tornando mais participativos e mais sociáveis com outros que os negligenciavam. Mas aos poucos, as coisas passam a fugir do controle e do ambiente da sala de aula. O mais genial do filme são as referências a todas as características de um regime fascista, desde os símbolos, gestos, imagens e atitudes típicas de uma autocracia. Genial filme alemão sobre como nós somos movidos por ideologias e como às mesmas nos envolvem até chegar ao ponto de não mais sabermos quem somos e principalmente, em que acreditamos e contra o quê deveríamos lutar. Milhões de pessoas ao redor do mundo, foram assassinadas ou assassinaram umas às outras pelas ideologias em que acreditavam, sejam elas políticas, sociais, econômicas ou culturais. Todas buscavam melhores condições de vida para TODOS e acabaram errando no principal fator que nos torna seres humanos, ou seja, somos todos diferentes. Assistam e principalmente, reflitam sobre o que o filme retrata.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Como reconhecer um imbecil

Um imbecil não se reconhece, mas se identifica facilmente. É um individuo que se faz sentir presente como um elefante cor de rosa em meio à multidão. Um imbecil não tem opinião, não tem dúvidas e não elabora teorias. Ele segue a maioria sempre e sem a questionar. Acredita que a democracia se faz pela maioria e não pelos pontos de vista. Um imbecil corre a 100 km/h em uma rodovia, mas tem medo de ser assaltado em um sinal. Um imbecil quer tirar o Sarney do Senado, mas vota em Antônio Roberto, Frank Aguiar ou Clodovil. Um imbecil sai de carro rebaixado com um som altíssimo para que as pessoas vejam o quanto imbecil ele é. Um imbecil é aquele que no metrô, finge ler “O Monge e o Executivo” para demonstrar o quanto é retardado. Por favor, não confundam idiota com imbecil. O idiota pode ser um estado temporário, mas uma vez imbecil ,sempre imbecil. È um estado de espírito e o idiota é um estado de ignorância. Não se modifica o espírito, mas sim o intelecto. O imbecil não conhece a palavra ridículo. O imbecil vive o modismo e o idiota vive o simples.

domingo, 6 de setembro de 2009

Temos que engolir o Dunga

Assim como a grande maioria de brasileiros, eu não aprovei a indicação de Dunga para o cargo de treinador da seleção brasileira. Mas após esses mais de três anos, tenho que dar a mão à palmatória. O ex-capitão do time de 1994 vem fazendo um belíssimo trabalho. Isso quer dizer que ganhará a Copa ano que vem? Ainda é cego para dizer, mas é inegável que a seleção, desde que passei a acompanhar futebol em 1990, está em um momento excepcional. Todos os treinadores experientes que passaram pela seleção desde então, não tiveram a média de aproveitamento melhor do que a de Dunga. Hoje, você sabe quem são os titulares da seleção e quem são os possivéis substitutos, caso eles não possam jogar.Alguns jogadores que foram apostas de Dunga e poucos acreditavam que fossem dar certo, estão jogando de forma espetacular. O resultado que 3 a 1 perante a Argentina, que consequentemente garantiu vaga matemática para a Copa, foi sensacional e graças a ele devo assumir que, Dunga está de parabéns e que o time chega muito bem para o Mundial ano que vem, mas vence-ló ai são outros quinhentos.Que venha a Copa da África!!!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Aniversário do meu bem!!

Talita, segue abaixo um texto que fiz para você em homenagem a esses seus 25 anos de vida. Espero que goste pois são do fundo do meu coração!!! beijo e te amo!!


Talita

Parabéns por essa data. Mas parabéns não é suficiente para lhe felicitar! É preciso salientar, ressaltar, referir e principalmente sempre se lembrar de que você é meu presente e não o contrário! Conviver com você sempre me enriquece mais que qualquer livro que eu leia, filme que eu assista ou curso que eu faça. Uma menina que desabrochou e se tornou uma irradiadora de alegrias em minha vida. Caminhar ao seu lado é muito mais que seguir em frente!! Você ilumina as luzes !!! Você acende as chamas!! Você esquenta o calor e agasalha o meu coração!! Neste dia eu não lhe ofereço presentes, pois você sempre será o meu presente!! E tenho certeza que será o meu futuro!! E sempre que olho pelas estradas de tijolos amarelos do passado, eu me alegro por você ter me acompanhado até aqui!!! Beijos!!! Te amo!!!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

70 anos do inicio da Segunda Guerra Mundial

Hoje, dia 1º de Setembro marca os 70 anos de início da Segunda Guerra Mundial. O conflito que teve como marco a invasão germânica da Polônia, foi com toda a certeza, o maior conflito do século XX e um dos maiores da história.
A Segunda Guerra Mundial na verdade é a continuação da Primeira, sem sombra de dúvidas. O Tratado de Versalhes simplesmente acirrou ainda mais a disputa internacional, exarcebando a moral e o nacionalismo alemão. Sem contar, a Grande Depressão econômica que assolou o país de Hitler, que com isso, ganhou força junto ao governo.
Pensar em vilões e heróis é bastante comum ao longo da História, o que não é comum é pensar em vários fatores que colaboraram para o surgimento do conflito.
De acordo com o Geográfo indiano Parag Khanna, as guerras são o botão de desligar e ligar da Geopolítica e a Segunda Guerra Mundial seria esse mecanismo que marcou essa mudança geopolítica. Hoje, os europeus se vêem interligados economicamente pela União Europeia, que de uma certa forma, os salvou de muitas disputas. Nesse caso, a Globalização foi a cura para o vírus bélico da Geopolitica. Mas quem venceu e quem perdeu a Segunda Guerra?
Politicamente sem dúvida foi a União soviética e economicamente foram os Estados Unidos os grandes vencedores e quem perdeu de fato, foi todo o continente europeu,deixando de ter a hegemonia mundial e se transformou em palco para a Guerra Fria.
Nesses 70 anos após o conflito, muito se lê e discute acerca do tema e várias teses são contestadas e postas em xeque, mas de uma coisa não se pode negar; O mundo nunca mais será o mesmo após esse conflito que marcou a geopolitica mundial.

O observatório da Imprensa irá mostar hoje um documentário sobre o conflito, vale a pena conferir hoje as 22h 40 min na Rede Minas

domingo, 30 de agosto de 2009

esqueci o link para assistir o vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=LP_hAszQPgk

Revista Bravo!, 100 anos de efeitos especiais e livros

Descobri um lugar no centro de Belo Horizonte, mais exatamente na esquina de Goitacazes com São Paulo, que vende revistas de todos os tipos com preço único de 4 reais. Foi quando comprei a Revista Bravo! e me vi maravilhado com a mesma. Ótimos artigos sobre cinema, artes, teatro e literatura com temas realmente interessantes acerca destes. Recomendo a revista, que parece seguir o caminho da revista Newyorker, vale a pena ler!

no blog do Pablo Villaça, essa semana acabei vendo um video sensacional sobre os 100 anos dos Efeitos Especiais. No referido vídeo,é demonstrado através de filmes desde a Viagem a Lua até o recente Benjamim Button, como os efeitos especiais são importantes no processo de levar um história para as telas. A evolução dos efeitos especiais é notória, mas o video explicita de maneira visual, que apesar de antigos, os filmes antigos continuam clássicos com seus efeitos, apesar de muitas vezes ultrapassados.Outro detalhe no vídeo, é que ele ressalta que o efeito especial deve ser usado para transpor uma história e não simplesmente de forma gratutia como muitos filmes fazem atualmente. Tem que haver um sentido para os efeitos, ou seja, tem de ser bem utilizados para ilustrar um contexto, uma história e só assim ele terá uma contribuição e não simplesmente preencher roteiros ruins com efeitos especiais ao longo de todo o filme. Excelente video Assitam




Estou lendo o livro " As vinhas da Ira" do john Steinbeck e posso dizer que é uma espécie de "Vidas Secas" estadunidense. Vale a Pena abraços!!!!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

talita, relacionamentos e definição de romance


Bem, começo dizendo que minha namorada Talita não gostou da ideia de um blog. Mas eu apenas quero utilizar esse espaço para escrever coisas que as vezes me passa pela cabeça e praticar um pouco meu português. Amor, te amo viu não se preocupe que não tem nada demais isso não!!

Relacionamentos são o que há de mais fantástico na vida de uma pessoa. Um amigo meu, Diego sempre diz que, ao namorar alguém ou você cresce ou afunda, na mesma você não fica. Eu concordo plenamente e acho que tem que pensar bem se vale a pena namorar alguém ou não. Tem que avaliar bem todas as possibilidades que um romance pode oferecer. Tem que ceder em certas situações, mas não pode ser demais e nem de menos e cá entre nós, isso é dificil demais! Por mais afinidades que ambos possam possuir, sempre tem alguma coisa que deve ser avaliada e nem sempre um dos dois está disposto a faze-lô. E as famosas "DRs"? Nossa nem se fala!!
Um relacionamento temque ter sempre a finalidade de evolução pessoal, social, financeira e profissional, isso é um fato!! Se você percebe que um relacionamento está regredindo, é hora de avalia-lo. Estou dizendo isso pois o meu a cada dia que passa é melhor que ontem e tenho certeza que será melhor ainda amanhã. Talita me faz sentir pleno em todos os sentidos e nesses quase 2 anos, posso dizer com certeza total que agradeço por estar com você! te amo viu!!!

e para terminar, deixo uma frase do grande escritor Sthendhal no livro "O Vermelho e o Negro" que diz que
“Um romance é um espelho que é levado por uma estrada. Umas vezes ele reflete aos vossos olhos o azul dos céus, outras vezes a lama da estrada. E ao homem que carrega o espelho nas costas vós acusareis de imoral! O espelho reflete a lama e vós acusais o espelho! Acusai antes a estrada em que está o lodaçal e mais ainda o inspetor das estradas que deixa a água estagnar-se e formar-se o charco”


Fui e até a próxima!!!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Eis aqui o início

olá a todos. Eis que inauguro este espaço que tenho a intenção de discorrer acerca de tudo que tenha alguma relação comigo e o mundo. cinema, música, televisão, política e curiosidades. Despejarei minhas opiniões sobre o mundo. é isso fui!!!